Doramas em dose dupla! Dois dos
meus favoritos e presente na lista de queridinhos de muita gente: Kill Me, Heal
Me e It’s Okay, That’s Love.
Os dois possuem uma ótima
combinação de comédia, romance e drama, tudo muito bem desenvolvido na minha
opinião. Os problemas psicológicos que servem de base nos dois, não são
disfarçados ou romantizados. Claro que não são apresentados de maneira 100%
realista, mas são tratados de forma direta e bastante clara, os conflitos, as
causas e consequências, possibilidades de tratamento, alguns lados mais leves e
divertidos, outros pontos mais tensos e perigosos. Outro tema presente nos dois
drama é o abuso infantil, o dois personagens centrais desenvolveram problemas psicológicos
devido ao modo como foram tratados quando criança.
Kill Me, Heal Me (2015)
Causado por grandes trauma de infância,
Cha Do Hyun (Ji Sung) possui um
transtorno dissociativo de identidade. Dentro de sua mente co-habitam mais 7 pessoas
(caso parecido ao do personagem de McVoy em Fragmentado), cada uma delas
possui uma personalidade e histórias diferentes, apesar de terem surgido para
proteger a mente de Do Hyun, elas causam grande problemas quando aparecem. Shin
Se-gi, uma das identidades, acabam se envolvendo com Oh Ri Jin (Hwang Jung-eum),uma residente de
psiquiatria que decide ajudar Do Hyun a administrar e controlar as identidades múltiplas.
Ri Jin planeja manter uma
distancia profissional, mas acaba se envolvendo com todas as identidades. Ela conta
com a ajuda do professor Seok Ho Pil (KoChang-seok) e o secretário An Gook (ChoiWon-young), os dois conhecem bem as identidades de Do Hyun. No meio de tudo
isso temos Oh Ri On (Park Seo-joon),
irmão de Ri Jin, e autor anônimo de uma famosa série literária de mistério.
Eu indico esse drama eternamente
para todos, trama interessante e bem trabalhada, elenco maravilhoso, e eu deixo
a dica, preste atenção na OST perfeitamente desenvolvida.
It’s Okay, That’s Love (2014)
Jang Jae-yeol (Jo In-sung) é um
famoso autor de mistério que possui um transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)
devido aos traumas de infância. Encantando pela personalidade forte de Ji
Hae-soo (Gong Hyo-jin) ele decide se
mudar para uma espécie de casa comunitária que a moça vive. Residente de
psiquiatria, Hae-soo também luta contra um trauma que a impede de se relacionar
de forma tranquila, romântica e sexualmente. No primeiro dia morando junto,
Jae-yeol revela, acidentalmente, que o namorado de Hae-soo está tendo um caso
com uma de suas amigas mais próximas, oq eu torna ainda mais complicada a convivência
entre os dois. Na casa, além de Jae-yeol e Hae –soo, também moram Jo Dong-Min (Sung Dong-il), psiquiatra e superior de
Hae-soo, e o jovem Park Soo-kwang (LeeKwang-soo) que lida com a síndrome de Tourette.
Dong-min é solicitado para tratar
do irmão de Jae-yeol, Jang Jae-beom (YangIk-june) ficou 11 anos preso após ter sido considerado o assassino do
padrasto abusivo, porém alega inocência e culpa o irmão mais novo pelo crime. Esse
condição desenvolveu um transtorno agressivo e instável, após ser liberado por
bom comportamento ele foi em busca de vingança e esfaqueou o irmão. Na mesma época
o autor começou a desenvolver uma forte ligação com Han Kang-woo (D.O.), um jovem fã que vive uma
situação semelhante a que Jae-yeol passou com o padrasto abusivo e uma mãe
submissa.
Um dos melhores dramas que já vi, sou completamente
apaixonada pelo casal protagonista e a relação dos dois. O elenco é ótimo, a
trama é interessante e possui viradas que conseguem prender o espectador. Além de
todas as qualidades que eu posso citar, uma das mais relevantes, para mim, é a
presença de Kwang-soo, famoso pelo seu lado humorista, ele conseguiu apresentar
um personagem complexo de forma leve, realista e soube usar bem seu talento
para o humor em relação a síndrome de Tourette.
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