E GLOW finalmente chegou! Eu sou uma fã muito empolgada do universo da WWE e quando a Netflix divulgou o lançamento da série trazendo mulheres que se jogam no mundo da luta livre coreografada, meu celular começou a vibrar com mensagens em letras maiúsculas, “VC PRECISA VER A SÉRIE NOVA DA NETFLIX”. E eu vi.
Com base no documentário, de mesmo nome, sobre o verdadeiro GLOW (sim, ele existiu), a série estreou no dia 23 de junho (2017) com a primeira temporada trazendo 10 episódios. Como um mal que assombra a maioria das séries originais do Netflix e com poucos episódios, essa primeira temporada não trabalha de forma profunda o perfil dos personagens, ela foca no objetivo central do encontro, GLOW – Gorgeus Ladies of Wrestling (Lindas Mulheres da Luta Livre). Um programa pioneiro que traz mulheres lutando agressivamente em cima do ringue, tudo de maneira coreografada é claro, mas com toda a mágica que a uma boa luta deve apresentar, afinal é um show e não uma carnificina.
Tudo começa com Ruth, uma jovem
atriz cansada de ver os melhores papeis indo sempre pra os homens, ela busca
por algo que realmente faça a diferença, que causa uma transformação em sua
vida. Eis que uma agente a informa sobre um projeto experimental que pode se
encaixar no que ela quer. Sam, um diretor “criativo” e decadente, está
selecionando o elenco para seu novo projeto, mulheres na luta livre teatral. Roupas
justas e extravagantes, golpes e quedas coreografadas, perfil dramático, um espetáculo
completo.
Ruth, Cherry, Carmen, Melanie, Rhonda, Justine,
Stacey, Dawn, Arthie, Tammé, Sheila, Jenny e Reggie. Parte delas nunca
trabalhou como atriz, nenhuma é lutadora profissional. Esse é o elenco de Sam,
e com algum esforço, elas conseguem dar conta do trabalho. O grupo também conta
com a presença de Debbie, uma famosa atriz que abandonou a carreira para
priorizar o marido e o filho, porém essa decisão muda quando ela descobre que
seu marida a traiu.
A temporada é realmente no desenvolvimento
do show, poucas informações sobre as historias
de fundo das lutadoras e de qualquer outro personagem, mas, na minha
opinião, eles trabalharam bem os 10 primeiros episódios, muitas possibilidade
para futuras temporadas, questões internas para desenvolver, mudanças de
história. A parte da luta também me agradou bastante, considerando que elas não
possuíam nenhuma experiência com luta. Agora é torcer para que GLOW não caia na
tempestade de cancelamentos, e que a Netflix nos traga mais temporadas para
desenvolver a trama.
*Esse é um SPOILER FREE, então
fiquem de olho para o próximo texto, com detalhes e opiniões.
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